Realizamos a comparação entre os ativos e materiais existentes fisicamente e os registros contábeis e sistêmicos da empresa, identificando inconsistências, bens não localizados, itens excedentes, duplicidades e divergências cadastrais. O resultado é uma base de dados íntegra e alinhada às demonstrações financeiras.
A conciliação é o elo que dá credibilidade ao inventário. De nada adianta contar bem se o resultado não conversa com o razão contábil. Trabalhamos item a item, aplicando regras de amarração por número patrimonial, nota fiscal, descrição, centro de custo e data de aquisição.
Classificamos cada divergência em categorias objetivas: bem localizado e conciliado, bem não localizado, bem localizado sem registro contábil, duplicidade de registro, erro de classificação e erro de centro de custo ou responsável. Cada categoria recebe um tratamento e uma recomendação contábil específica.
O relatório final apresenta o impacto financeiro de cada grupo de divergência, o memorial de amarração e as evidências necessárias para sustentar baixas, reclassificações e ajustes perante auditoria interna, externa e órgãos de controle.
Benefícios
- Amarração item a item entre base física e razão contábil
- Classificação objetiva das divergências e do impacto financeiro de cada uma
- Identificação de bens não localizados, excedentes e duplicidades
- Recomendações formais de baixa, reclassificação e ajuste
- Evidências documentadas para auditoria interna e externa
Como executamos
- Etapa 1
Coleta das bases
Recebimento do razão contábil, do cadastro do ERP e da base física levantada em campo.
- Etapa 2
Amarração
Aplicação das regras de correspondência e tratamento dos itens sem par.
- Etapa 3
Análise e relatório
Classificação das divergências, apuração de impacto e emissão do relatório conclusivo.
Perguntas frequentes
- Vocês fazem a conciliação sem ter feito o inventário?
- Sim. Podemos conciliar uma base física levantada pela própria empresa, desde que exista rastreabilidade mínima dos itens contados.










